Olho para esta escuridão,
jogo palavras tristes ao ar.
No meio desta servidão,
sou ímpar.
Não vou mais viver,
vou jogar.
Não vou mais ser,
vou forjar.
Vou tentar.
Não há saída,
não há um caminho bom,
vou de gárgula,
vou cantar nesse tom.
Serei nômade, aventureiro,
serei mágico, curandeiro,
e brincarei então, no celeiro.
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