Letras lavam minha alma,
apagam o fogo destrutivo,
impõe o cativo,
ativo em minha palma.
Melodias secam minha avidez,
combatem minha petulância tamanha,
deslaçam a rigidez,
acabam com a ânsia medonha.
Canções me renovam,
me sangram,
me compõem.
Brincar de cantar, brincar de ouvir,
brincar de compor, brincar com o amor.
Brincar de ser eu, brincar de ser poesia.
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sábado, 27 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Soneto do Caminho
No vão da inércia
nada se cria,
sequer se copia.
Nada se inicia.
Na voracidade da paixão,
há velocidade, há disposição.
Tudo se encaixa com perfeição
em meio a essa imensidão.
No vão da voraz cidade,
quando tudo pede velocidade,
tenha serenidade.
Na disposição de criar,
busque antes o seu lugar,
para um nó não atar.
nada se cria,
sequer se copia.
Nada se inicia.
Na voracidade da paixão,
há velocidade, há disposição.
Tudo se encaixa com perfeição
em meio a essa imensidão.
No vão da voraz cidade,
quando tudo pede velocidade,
tenha serenidade.
Na disposição de criar,
busque antes o seu lugar,
para um nó não atar.
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