No vão da inércia
nada se cria,
sequer se copia.
Nada se inicia.
Na voracidade da paixão,
há velocidade, há disposição.
Tudo se encaixa com perfeição
em meio a essa imensidão.
No vão da voraz cidade,
quando tudo pede velocidade,
tenha serenidade.
Na disposição de criar,
busque antes o seu lugar,
para um nó não atar.
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